A ad juntou-se á extrema direita. E então, onde está a surpresa? E o que é que a esquerda tem a ver com isso? A esquerda que se deixa da critica fácil e faça o seu trabalho.
No Livre, o Rui Tavares anunciou no seu discurso de avaliação dos resultados eleitorais que o partido ia voltar-se para o resto do pais e deixar de ser um partido predominantemente urbano. Então força, pelo menos que sigam o líder, já que não pretendem ouvir mais ninguém.
Deixem a critica fácil, toda a gente vê o obvio (aproximação da ad ao chega), não precisamos de nenhum partido para o anunciar, foquem-se no trabalho de ouvir as comunidades, as freguesias e concelhos por esse pais fora.
O BL que acorde e lute pelos seus propósitos. O PCP ainda é o único que consegue ser fiel aos seus desígnios e mantêm a sua postura e foco. O PS nem os seus méritos consegue defender, um desastre que lhe pode sair caro (esta política de deixar queimar um líder e depois aparecer como salvador, julgo que vai ser bem ao lado).
Esta maneira amorfa de estar na política, típica de militantes e membros estarem somente focados nos seus interesses pessoais, esperando oportunidade de conseguir lugares é angustiante. Foi-se o foco na luta pela habitação, saúde e educação, assim como outros bens públicos. Não apresentamos soluções, nem lutamos por ela, somente a critica fácil.
O desastre que se previa, está cada vez mais perto, senão já não estará por cá implementado.
Os políticos e os partidos de esquerda, mais uma vez, esquecem-se das suas funções que seria defender o bem público.
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