sábado, 5 de agosto de 2023

LIVRE, não o suficiente

 Livre

Tem um ano e poucos meses que entrei no partido LIVRE.

Por um lado, pela coerência que gosto de colocar nas coisas. Gosto de política, sou de esquerda, assino por baixo os princípios deste partido, gosto do porta voz. Foi fácil a decisão.

Integrei-me (ou tentei) no núcleo de Leiria.

O primeiro plenário foi estranho, tinha a espectativa de ir visitar uma sede, encontrar um grupo suficientemente grande que conseguisse passar despercebido, ouvir e começar a aprender política. 

Foi uma sensação estranha, como se tivesse enganado na reunião. 

Numa mesa de café, despachamos expediente numa meia hora. Eramos quatro ou cinco pessoas. Não se falou de política. Não levamos bandeiras, nem cantamos o hino ou gritamos palavras de ordem. Não que gostasse propriamente destes preceitos, julgava mesmo que seriam estes, que me afastariam dos partidos.

Foi tão impróprio, tão vazio que me dei ao arrojo de logo neste primeiro plenário, propor algo como

- Temos que encontrar uma sede! - fiquei à espera da reação

ou 

- Temos que organizar uma festa do partido, em cada plenário! - será agora que reagem.

Nada.



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