Relemos os estatutos, os código de ética, a declaração de princípios e o regulamento das primárias.
Pensar em alterações, redigir alguns itens, pensar em avançar com alterações… nada faz sentido. Isto está bem feito, isto passa por não mexer em nada.
Assim, propõe-se as seguintes, digamos 'alterações':
- Começar por usar uma palavra detestável: proibir.
- proibir qualquer elogio ou agradecimento personalizado. Elogia-se somente o coletivo, o partido. Critica-se o partido e não a pessoa.
- proibir o "eu" em qualquer discurso politico. É tudo uma questão de esforço e foco. "Esta é uma proposta para o partido" e não "esta é a minha proposta para o partido".
- As primárias são demasiado importantes para mexer nelas. São uma fase importante de destaque dos princípios do partido, em que a participação cívica e da sociedade civil está bem patente. O que aconteceu nestas, foi muito importante e um exemplo a seguir. Qualquer candidato deve preparar-se para o cargo que pretende ocupar. E deve trabalhar dentro e fora do partido. Após a eleição e a validação em assembleia, seja qual for o resultado, o dever ético implica que qualquer candidato da lista, deve trabalhar no coletivo, para o melhor resultado nas eleições nacionais. Todas as situações anómalas estão asseguradas pelos regulamentos.
- Depois, e ainda, tudo o que é do partido, tem que estar devidamente registado. Quem vem a seguir tem que ter toda a informação e registos disponíveis. Atenção ao conteúdo e informação das atas, aos relatórios de eventos, que por norma não são feitos, por ai fora.
- E ainda, nada pode ficar por fazer no partido, visto que a participação de cada um no coletivo é desejável e necessário. Temos muita gente disponível. É uma questão de organização e descentralização de tarefas.
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