Agora vem o mais engraçado das JMJ: o balanço.
Fazem-se contas e prova-se que foi muito rentável, muito bom para a imagem no mundo e para o turismo - excelente.
Ora, rentável para quem? Para mim não será, logo não é um beneficio universal.
E o equipamento verde que fica no parque tejo?
Perguntem ao papa e ao pessoal do bairro da serafina, se não preferiam que se fizesse em tempo recorde as infraestruturas de saneamento básico no bairro. É uma questão de prioridades. Populismo primário?! Talvez. Na missa de domingo podiam ter dito ao devoto Moedas que ser católico será isto mesmo, isto dito pelo papa.
E a imagem excelente de Portugal no mundo? O turismo que vai trazer?
A esta acho que nem preciso responder. Prefiro a qualidade de vida, a igualdade na distribuição da riqueza produzida, a nossa defesa ambiental, a cultura democrática de um povo - isto é que é uma excelente imagem no mundo.
Para mim é fácil o balanço.
Mensagem do papa é um ar fresco, sem dúvida.
Politicamente, foi bom ver um radical, enviado por deus, caladinho, exilado na Madeira. Foi engraçado ver as figurinhas tristes deste presidente da republica. Confrangedor o devoto Moedas, que nojo (cheguei a ter pena) - hipocrisia pura.
Muito bem a JC, pareceu-me os únicos que perceberem e reagiram à mensagem. Pois é, os comunistas.
O meu LIVRE é o que sabemos, fora do parlamento, pouco temos.
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